Dica de leitura: A Maternidade e o encontro com a própria sombra, de Laura Gutman.

Minha dica de leitura de hoje vai para as mulheres que gestam novas vidas e às mamães que se encantam a cada dia com essa força sublime que é a maternidade.

O livro “A Maternidade – um encontro com a própria sombra”, da escritora argentina Laura Gutman, é uma obra valiosa para as mulheres que pretendem criar seus filhos com amor e proporcionar a eles, uma infância saudável. A obra se tornou um clássico da literatura da maternagem. É belíssimo! É uma leitura que humaniza o nosso ser, o nosso espírito.

IMG_9736_ E para melhor falar sobre o livro eis as palavras da própria autora, Laura Gutman:

“Este é um livro escrito para mulheres. Não pretende ser um guia para mães desesperadas. Ao contrário, é uma espécie de “alto lá!” no caminho para que possamos pensar como mães que estão criando seus filhos, com nossas luzes e sombras emergindo e explodindo em nossos vulcões em chamas.

Muitos aspectos ocultos de nossa psique feminina são desvelados e ativados com a chegada dos filhos. Estes momentos são, habitualmente, de revelação e de experiências místicas se estivermos dispostas a vivê-los nesse sentido tais e se encontrarmos ajuda e apoio para enfrentá-los. Também são uma oportunidade de reformularmos as ideias preconcebidas, os preconceitos e os autoritarismos encarnados em opiniões discutíveis sobre a maternidade, a criação dos filhos, a educação, as formas de criar vínculos e a comunicação entre adultos e crianças.

Este livro pretende abordar a experiência vital da maternidade como vibração energética mais do que como pensamento linear. Trazer as experiências que todas as mulheres atravessam como se fossem únicas, sabendo, ao mesmo tempo, que são compartilhadas com as demais fêmeas humanas e fazem parte de uma rede intangível em permanente movimento. Mesmo sendo muito diferentes umas das outras, as mulheres ingressam em um território onde circula uma afinidade essencial comum a toda mãe. Refiro-me ao encontro com a experiência maternal como arquétipo, em que cada uma se procura e se encontra em um espaço universal, mas buscando também a especificidade individual.

(…)

Convido-as a fazer esta viagem juntas, preservando a liberdade de levar em consideração apenas o que nos seja útil ou possa nos apoiar. Esta é minha maneira de contribuir para gerar mais perguntas, criar espaços de encontro, de intercâmbio, de comunicação e de solidariedade entre as mulheres. Esse é meu mais sincero desejo.”

Ilustração de Graciella Mattar.

Ilustração de Graciella Mattar.

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